Foto: Reprodução/TV Globo
Representantes da Associação de Barraqueiros de Ipojuca participaram de uma audiência na sede do Procon Pernambuco, no Recife, para discutir regras de atendimento nas praias do estado. Durante o encontro, foram apresentados os resultados da operação Consumo Livre, que fiscalizou cerca de 40 barracas e um restaurante em Porto de Galinhas na segunda-feira (5).
A ação é mais uma das medidas adotadas para coibir práticas de consumo abusivas depois que um casal de turistas foi agredido por barraqueiros em Porto de Galinhas. Até o último balanço divulgado, na segunda, 26 barracas já haviam sido notificadas.
A operação contou com o apoio da Prefeitura de Ipojuca e das polícias Civil e Militar. Os estabelecimentos foram notificados a apresentar documentação e estratégias de venda. O objetivo foi combater práticas como venda casada e cobrança de consumação mínima para uso de mesas, cadeiras e guarda-sóis, proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor.
O debate ganhou força após um caso de agressão envolvendo um casal de turistas de Mato Grosso, no dia 27 de dezembro, em Porto de Galinhas. Eles alegaram ter combinado pagar R$ 50 pelo aluguel de cadeiras e guarda-sol, mas, ao sair sem consumir, foram cobrados em R$ 80. A confusão terminou em violência, e a barraca foi interditada pela prefeitura. A Polícia Civil investiga o caso.




















