O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) vai apurar se houve irregularidades na reunião do Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM) que aprovou o reajuste no valor das tarifas de ônibus no Grande Recife. Na última quinta (15), ficou definido um aumento de 4,46% no preço das passagens, que vão custar R$ 4,50 a partir de 1º de fevereiro – após o valor ter sido arredondado pela Agência Reguladora de Pernambuco (Arpe).
A ação do MPPE parte de uma representação apresentada pelo advogado Pedro Josephi, representante dos estudantes no CSTM. Segundo o advogado, houve violações ao regimento interno do conselho, como descumprimento de prazos, ausência de relatórios de qualidade das empresas, e contratação de membros do conselho pelo governo de Pernambuco e pela prefeitura de Jaboatão dos Guararapes em cargos comissionados.
A representação foi acatada pelo MPPE na última sexta-feira (16). O promotor de Justiça Leonardo Caribé deu até 10 dias úteis ao Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM), por meio da presidência e da secretaria, para prestar informações ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e encaminhar cópias da ata da reunião, do protocolo e dos estudos técnicos que fundamentaram a decisão do aumento.






















