Em outubro, a cesta básica ficou mais cara em Pernambuco, de acordo com o último levantamento divulgado pelo Procon. Com uma elevação de 1,09% em relação ao mês passado, o conjunto de produtos essenciais atingiu o valor médio de R$ 784,18. Diante do reajuste, a compra dos 27 itens pesquisados em 26 estabelecimentos distribuídos entre Recife (14), Camaragibe (3), Jaboatão (3), Olinda (3) e Paulista (3) passou a comprometer 48,38% do salário mínimo atual, fixado em R$ 1.621,00.
No segmento de alimentação, os dados apontam oscilações significativas, no preço médio analisado, entre os itens. A cebola liderou o ranking de aumentos no mês, com alta de 21,95%, fazendo o quilograma subir de R$ 7,29 para R$ 8,83. O pacote de 500 gramas de fubá também registrou acréscimo, de 4,07%, passando de R$ 1,69 para R$ 1,76, enquanto o quilograma da charque de segunda subiu 4,02%, saltando de R$ 47,88 para R$ 49,80.
Entre os gêneros alimentícios que tiveram redução no preço estão a batata inglesa, com queda de 13,09% no quilo, reduzindo de R$ 8,20 para R$ 7,13. O quilograma da banana (prata ou pacovan) diminuiu 6,84%, caindo de R$ 4,91 para R$ 4,57, e a farinha de mandioca torrada apresentou recuo de 5,91%, passando de R$ 4,97 para R$ 4,68.
No setor de higiene pessoal, a maior variação média foi registrada no sabonete em unidade, que subiu 13,34%, passando de R$ 2,13 para R$ 2,42. O pacote de absorvente higiênico com 8 unidades teve aumento de 10,72%, alterando seu preço de R$ 4,03 para R$ 4,46. O creme dental (tubo de 70g a 90g) encareceu 8,44%, subindo de R$ 3,00 para R$ 3,25, enquanto o pacote de papel higiênico registrou alta de 7,36%, elevando-se de R$ 4,86 para R$ 5,21.
Já na categoria de limpeza doméstica, o comportamento dos preços foi misto: o pacote de 500 gramas de sabão em pó teve elevação de 5,99%, subindo de R$ 2,89 para R$ 3,06, ao passo que a água sanitária apresentou redução de 3,09%, caindo de R$ 2,46 para R$ 2,38.


































